
Faísca meu olhar
como se fossem estrelas
em busca de outros luas,
à minha volta, é tudo negro
como um túnel escuro, mergulho ...
Minha boca seca balbucia,
quer beber no poço
de um espaço que não existe mais ...
Pensamentos voam
como se fossem pássaros agitados,
rasgam a noite,
sem regresso ...
Talvez eu ainda os busque,
com meu lhar perdido,
faiscando, no vazio ...












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